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>Em que nós cremos?

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Ao ler o Evangelho se vê que Jesus Cristo pede um ato de fé antes de realizar o milagre; e se alegra, e louva as pessoas que, de um modo ou de outro, manifestam a sua fé. A fé é um grande dom de Deus, necessário para a nossa salvação; e a resposta do homem à revelação divina é crer no que Ele nos falou, apoiados em sua autoridade divina.
Estudemos, pois, com atenção a este tema para saber o que é a fé e poder agradecê-la mais a Deus. A fé é também necessária para aceitar e entender o que Deus ensina.
  Sabemos com toda certeza o que Deus existe porque, mediante as coisas criadas, pode-se chegar a demonstrar a Sua existência. Mas existem questões fundamentais para o homem: como é Deus em si      mesmo?, quem é Jesus Cristo?, o que há depois da vida?, questionamentos estes que não podem chegar a conhecer-se, ainda que se pense muito neles, se Deus não os tivesse revelado. Nós os conhecemos pela fé.
São Paulo em Hb 11,1 diz: “A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê”. Sem dúvida, ainda que muitas coisas que se crêem não se compreendam, crer é uma coisa racional, porque é Deus quem revela, e Deus não pode enganar-Se nem enganar-nos.     Também não se compreendem muitas coisas da natureza e as admitimos porque as ensina a ciência. Portanto, “crer” é um ato humano, consciente e livre.
Quando rezamos o credo, umas vezes dizemos: creio em Deus, no singular, porque a fé é um ato da pessoa que aceita livremente a autoridade de Deus que revela; em outras ocasiões dizemos: cremos em Deus, no plural, para significar que a fé, nós a recebemos, a professamos e a vivemos no âmbito comunitário da Igreja de Jesus Cristo na qual, com Ele, que é a Cabeça, formamos um só Corpo todos aqueles que crêem. Assim, a Igreja é como a Mãe de todos os fiéis, como diz São Cipriano ao relacionar a fé em Deus com o papel da Igreja: “Ninguém pode ter a Deus por Pai se não tem a Igreja como Mãe”.
A fé é necessária para a salvação. É o mesmo Jesus Cristo quem o afirma: “o que crer e for batizado, se salvará; mas o que não crer, será condenado”. (Mc 16,16). Há um quadro do apóstolo São Tomé que põe os dedos no lado aberto de Cristo. Como se recusou em acreditar na ressurreição de Jesus, o Senhor o repreende carinhosamente: “Tomé,  porque viste, acreditaste: bem aventurados os que acreditarão, mas sem ver” (Jo 20,29). Temos de rezar por aqueles que não crêem, pedindo a Deus que lhes conceda a graça da fé, ajudando-os com nosso exemplo e doutrina, exercitando o apostolado da doutrina.
Desde o princípio os cristãos dispuseram de Símbolos ou Fórmulas de fé, que resumiam o ensinamento da Revelação divina. Existem várias formulações das verdades da fé, mas ocupam um lugar muito particular na vida da Igreja o Símbolo dos Apóstolos e o Símbolo de Nicéia-Constantinopla. Quando recitamos o Credo, estamos fazendo um ato de fé nas verdades fundamentais que Deus nos revelou.


Símbolo dos Apóstolos
Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, Nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
 
Símbolo Niceno-Constantinopolitano
Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, Luz da Luz, Deus Verdadeiro de Deus verdadeiro; gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus,   onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: Ele que falou pelos profetas. Creio na     Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para a remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
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>Creio em Deus Pai, todo poderoso…

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Nossa profissão de fé cristã começa por Deus, por que Deus é o princípio e o fim de todas as coisas. E começa por Deus Pai, por que é a primeira pessoa da Santíssima Trindade.
Em Jr 3, 19, Deus nos diz: “Eu dizia: Vós me chamareis ‘Meu Pai’, e não vos afastareis de mim.” Um justo que conhece bem a Deus, diz: “Como um pai sente compaixão pelos filhos, assim o Senhor se compadece dos que o temem.” (Sl 103, 13)
Que Deus nos pareça, às vezes, afastado, estranho e inacessível, faz parte do mistério do Seu amor. E também que Ele nos faça sentir que os Seus pensamentos e os Seus caminhos não são os nossos (Is 55,3).    Quando os poderes do mal prevalecem, Deus pode nos parecer impotente. Contudo, quando estamos no fim de nossas forças, a palavra que o       enviado de Deus dirigiu a Abraão, um ancião de noventa anos que duvidara que lhe era impossível ter um filho, ainda é válida: “Nada é impossível para Deus”. É a mesma palavra que o anjo Gabriel diz a Maria na anunciação.
Aos que estão cansados de tantos trabalhos Deus sai ao encontro deles tomando-os nos braços. Procura os que estão sós e senta-Se ao lado, como uma mãe. Enxuga as lágrimas dos que já perderam a esperança. Tranqüiliza os que tem dúvidas. O Seu sorriso anima os desencorajados. Nada nem ninguém é capaz de resistir a Deus. O Seu braço nunca é demasiado curto para ajudar. Isso é principalmente o que queremos dizer quando afirmamos: Deus é todo-poderoso. Todo-poderoso para ajudar, para perdoar e para fazer  bem. Todo o mal é sempre estranho à sua natureza.

>Criador do céu e da terra…

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No princípio Deus criou o céu e a terra” (Gn 1, 1). Com esta frase começa a Bíblia. A primeira coisa criada, como podemos observar, foi o tempo: No princípio. Como vimos no início do segundo capítulo, Deus é o principio e o fim de todas as coisas. Só Deus é propriamente eterno, quer dizer, não tem princípio nem fim. Em Deus, não existe passado nem futuro, mas um presente imutável.
Houve um momento no qual só Deus existia, mas Ele quis comunicar suas perfeições a outros seres; quis criar o mundo e  especialmente, o homem, que foi feito à Sua imagem e semelhança. “…Partindo da grandeza e da beleza das criaturas, se deve chegar a   contemplar, por analogia, Aquele que lhe deu origem.” (Sb 13, 5)  
Através da fé neste Deus, podemos adotar um ponto de vista que nos permita compreender o mundo e a nós mesmos. Nesta crença,  podemos confiar que o mundo e o homem estão seguros junto Daquele que no princípio já existia.

>E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor…

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Os jornais contam que alguém – mulheres, homens e também crianças- expôs heroicamente sua vida para salvar a outros, sofrendo    perigos, inclusive a morte, para ajudar seus semelhantes. Podem ser chamados “salvadores”; e os que por eles foram salvos recordam com agradecimento àqueles que lhes ajudaram em momentos difíceis. Deus teve piedade dos homens e lhes prometeu um Redentor para salvar a    humanidade do pecado e de suas graves conseqüências. Para salvar-nos, Deus enviou seu Filho, que é Jesus Cristo.
O nome de Jesus significa “Deus que salva”. A criança nascida da Virgem Maria é chamada “Jesus”, “pois Ele salvará seu povo de seus pecados” (Mt 1, 21): “Não existe debaixo do céu outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser  salvos”. (At 4, 12)
O nome “Cristo” significa “Ungido”, “Messias”. Jesus é o Cristo pois “Deus o ungiu com o Espírito Santo e com poder” (At 10, 38). “Ele era “aquele que há de vir” (Lc 7, 19), o objeto da “esperança de Israel”.
Os Evangelhos contam o que Jesus fez e ensinou, mostrando que é verdadeiro homem: nasce de uma mulher, a Virgem Maria, tem corpo   como o nosso, fala, chora, tem fome, sofre… Também proclamam os    Evangelhos sua divindade: faz milagres, perdoa os pecados, diz de si   mesmo que é o Filho de Deus e ressuscita por sua própria virtude. Como afirma a fé da Igreja, Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro          homem.
Além de Salvador e Redentor, Jesus Cristo é o modelo para os      homens, especialmente para os cristãos. É lógico que tenhamos especial interesse por conhecer quem é Jesus Cristo: sua vida na terra, sua paixão, morte, ressurreição e ascensão aos céus; sua doutrina. Cristo vive, e não só temos de conhecê-lo, mas, principalmente, amá-lo, cada dia um pouco mais.
É evidente que a filiação do Filho de Deus e a nossa são diferentes. Jesus é o Filho de Deus por natureza, da mesma natureza do Pai, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro; nossa filiação em relação a Deus é por adoção, mediante o dom sobrenatural da graça que Deus nos infunde no Batismo. Por  isso, ainda que seja grande a dignidade da criatura humana, feita à imagem e semelhança de Deus na ordem natural, não se pode  comparar com a dignidade da graça, que nos faz filhos adotivos de Deus
O nome Senhor designa a sabedoria divina. Confessar ou invocar Jesus como Senhor é crer em sua divindade. “Ninguém pode dizer ‘Jesus é o Senhor’ a não ser no Espírito Santo” (1 Cor 12, 3).

>Que foi concebido pelo poder do Espírito Santo…

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No tempo determinado por Deus, o Filho Único do Pai, a Palavra Eterna, isto é, o Verbo e a imagem substancial do Pai, encarnou sem perder a natureza divina, assumindo a natureza humana.
Nós acreditamos e confessamos que Jesus de Nazaré é o Messias, Filho de Deus. Desde todos os tempos ele vive na glória do Pai. Veio ao mundo, tornando-se semelhante a nós; manifestação do amor do Pai, traduzido em carne. Um amor que ultrapassa tudo o que os homens podem imaginar e dizer.
Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, na unidade de sua Pessoa Divina: por isso Ele é o único mediador entre Deus e os homens.
Os teólogos e os discípulos de Jesus têm, cada um, a sua própria maneira de falar do ministério da encarnação. São João começa o seu   Evangelho por um hino a Cristo: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós; vimos a sua glória.” (Jo 1, 1-18)
Jesus possui duas naturezas, a divina e a humana, não confundidas, mas unidas na única Pessoa do Filho de Deus.
Nas epístolas Filipenses, São Paulo cita um hino de batismo que descreve a encarnação do Filho de Deus, Jesus Cristo, como um  movimento do “céu” em direção à “terra” (significa: de Deus para os    homens), que volta para o céu . “Ele, subsistindo na condição de Deus… Tornando-se solidário com os homens… Humilhou-se, feito obediente até a morte, até a morte na cruz. Pelo que também Deus o exaltou… Para que ao nome de Jesus dobre todo joelho de quantos há no céu, na terra, nos abismos. E toda língua proclame, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é o Senhor,” (Fl 2, 6-11)
Sendo verdadeiro Deus e verdadeiro homem, Cristo tem uma inteligência e uma vontade humanas, perfeitamente concordante com e submetidas a sua inteligência e a sua vontade divinas que tem em comum com o Pai e o Espírito Santo.
São João dirige-se à sua comunidade de maneira ainda mais direta: “O amor de Deus para conosco se manifestou por ter enviado ao mundo seu Filho unigênito, a fim de vivermos por ele. Nós vimos e                    testemunhamos que o Pai enviou seu filho como salvador do  mundo.” (1 Jo 4, 9-14).
A Encarnação é, portanto, o Ministério da admirável união da natureza divina e da natureza humana na única Pessoa do Verbo.

>Nasceu da Virgem Maria…

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O Evangelho de São Lucas conta que Deus enviou o arcanjo São Gabriel a Nazaré, manifestando a Maria que tinha sido escolhida para ser a Mãe de Deus. Muitos quadros representam esta cena, que chamamos de Anunciação.
Na descendência de Eva, Deus escolheu a Virgem Maria para ser a Mãe de seu Filho. “Cheia de Graça” ela é “o fruto mais excelente da Redenção”. Desde o primeiro instante de sua concepção, foi totalmente preservada da mancha do pecado original e permaneceu pura de todo   pecado pessoal ao longo de toda a sua vida.
Maria é verdadeiramente “Mãe de Deus”, visto ser a Mãe do Filho Eterno de Deus feito homem, que é ele mesmo Deus. Maria “permaneceu Virgem concebendo seu Filho, Virgem ao dá-lo à luz, Virgem ao carregá-lo, Virgem ao alimentá-lo de seu seio, Virgem sempre” (Santo Agostinho); com todo o seu ser Ela é “a Serva do Senhor” (Lc 1, 38)
A conversação entre o arcanjo e a Virgem termina com esta aceitação humilde e confiada: “Eis aqui a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a sua palavra” (Idem). Naquele mesmo instante realizou-se a encarnação do Verbo nas puríssimas entranhas da Santíssima Virgem, e nove meses mais tarde nascia Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, em Belém.
A Virgem Maria cooperou “para a salvação com livre fé e obediência”. Pronunciou o seu “fiat” (faça-se) em representação de toda a natureza humana. Por sua obediência , tornou-se a nova EVA, Mãe dos Viventes.

>Padeceu sob Pôncio Pilatos…

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Jesus não aboliu a Lei do Sinai, mas a cumpriu com tal perfeição que revela seu sentido último e resgata as transgressões contra ela.
Jesus venerou o Templo, subindo a ele nas festas judaicas de peregrinação, e amou com amor cioso esta morada de Deus entre os homens. O Templo prefigura seu próprio mistério. Se anuncia a  destruição do Templo, é como manifestação de sua própria morte e da entrada em uma nova era da História da Salvação, na qual seu Corpo será o Templo definitivo.
  Jesus realizou atos, como o perdão dos pecados, que o manifestaram como o próprio Deus feito homem e vendo nele “um homem que se faz Deus” (Jo 10, 33), julgaram-no blasfemo.

>Foi crucificado, morto e sepultado…

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Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras” (1 Cor 15, 3). Nossa salvação deriva da iniciativa de amor de Deus para conosco, pois “foi Ele quem nos amou e enviou seu Filho como vítima de expiação por nossos pecados” (1 Jo 4, 10). “Foi Deus que em Cristo reconciliou o mundo consigo” (2 Cor 5, 19).
Jesus ofereceu-se livremente por antecipação durante a Última Ceia: “Isto é o meu corpo, que será dado por vós” (Lc 22, 19). Nisto consiste a redenção de Cristo: ele “veio dar a sua vida em resgate por muitos” (Mt 20, 28), isto é, “amar os seus até o fim” (Jo 13, 1), para que sejais “libertados da vida fútil que herdastes de vossos pais” (Is 53, 10).
Por sua obediência de amor ao Pai, “até a morte de cruz” (Fl 2, 8), Jesus realizou sua missão expiadora do Servo Sofredor que “justificará a muitos sobre si as suas transgressões” (Is 53, 11).
“Em benefício de todo homem, Jesus experimentou a morte” (Hb 2, 9). Foi   verdadeiramente o Filho de Deus feito homem que morreu e foi sepultado.
Durante a permanência de Cristo no túmulo, sua Pessoa Divina continuou a assumir tanto a sua alma como o seu corpo, embora separados entre si pela morte. Por isso o corpo de Cristo morto “não viu a corrupção” (At 13, 37).

>Desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia…

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Na expressão “Jesus desceu à mansão dos mortos”, o símbolo confessa que Jesus morreu realmente e que, por sua morte por nós, venceu a morte e o Diabo, “o dominador da morte” (Hb 2, 14).
O Cristo morto, em sua alma unida à sua pessoa divina, desceu à Morada dos Mortos. Abriu as portas do Céu aos justos que o haviam    precedido.
A fé na Ressurreição tem por objetivo um acontecimento ao mesmo tempo historicamente atestado pelos discípulos que encontraram verdadeiramente o Ressuscitado e misteriosamente transcendente, enquanto entrada da humanidade de Cristo na glória de Deus.
O sepulcro vazio e os panos de linho no chão significam por si mesmos que o corpo de Cristo escapou às correntes da morte e da corrupção pelo poder de Deus. Eles preparam os discípulos para o reencontro com o Ressuscitado.
Cristo, “primogênito dentre os mortos” (Cl 1, 18), é o princípio de nossa própria ressurreição, desde já pela justificação de nossa alma, mais tarde pela vivificação de nosso corpo.
Jesus só ressuscitou ao terceiro dia porque os judeus só acreditavam que uma pessoa estivesse morta após três dias mesmo que incompletos; Se Jesus ressuscitasse antes, alguém teria a desculpa de dizer que Ele não ressuscitou. Entre os judeus, um boato correu que os discípulos de Cristo houvessem roubado o corpo do Senhor, enquanto dormiam os soldados, boato este que foi assegurado pelos acusadores, fazendo que ainda hoje acredite-se entre os judeus que Cristo não ressuscitou verdadeiramente.

>Subiu aos céus e está sentado à direita de Deus Pai, todo poderoso…

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A ascensão de Cristo assinala a entrada definitiva da humanidade de Jesus no domínio celeste de Deus, donde voltará, mas que até lá o esconde aos olhos dos homens. Jesus Cristo, Cabeça da Igreja, nos       precede no Reino glorioso do Pai para que nós, membros de seu Corpo, vivamos na esperança de estarmos um dia eternamente com Ele.
Tendo entrado de uma vez por todas no santuário do céu, Jesus Cristo intercede sem cessar por nós como mediador que nos garante permanentemente a efusão do Espírito Santo.